quarta-feira, 22 de junho de 2011

O Livro sobre Nada
Manoel de Barros

·                   Com pedaços de mim eu monto um ser atônito.
·                   Tudo que não invento é falso.
·                   Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.
·                   Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.
·                   É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.
·                   Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas se não desejo contar nada, faço poesia.
·                   Melhor jeito que achei para me conhecer foi fazendo o contrário.
·                   A inércia é o meu ato principal.
·                   Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas.
·                   O artista é um erro da natureza.  Beethoven foi um erro perfeito.
·                   A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundos desejos.
·                   Quero a palavra que sirva na boca dos passarinhos.
·                   Por pudor sou impuro.
·                   Não preciso do fim para chegar.
De tudo haveria de ficar para nós um sentimento longínquo de coisa esquecida na terra — Como um lápis numa península.
Do lugar onde estou já fui embora.

domingo, 12 de junho de 2011

Cidade grande

Seria muito hipócrita perguntar no estereótipo português:
Oi, como vai você?

Não. Imagina... Ninguém é acostumado com essas quatro palavras
No cotidiano ‘falseta’.

Quer dizer, isso é suave perto da sua resposta:

Tudo!
Que mentiroso!

Tudo o $%¨&****$#@ !!!!

Mas enfim rapazes e raparigas,
Estou tentando buscar no vórtice das memórias algo de interessante,
Mas o que está pulando da minha língua é como minha última sexta-feira à noite
foi difícil.
Nada perto das crianças famintas da África. Mas foi difícil.

O problema começa quando você resolve sair de casa.
sexta-feira,você mora em uma cidade grande como Belo Horizonte
Você ainda não dirige e tem que pegar ônibus.
O problema é 154649.4562121.4 564 pior!

Nessa última sexta lá vou eu para o shopping (péssima ideia Isabela)
O ônibus demorou cerca de 25 minutos e estava muito frio,
Enfim o bendito veio, cheio mas consegui sentar.
Foi enchendo cada vez mais, pessoas falando sobre sua vida pessoal,
Pessoas gritando no telefone, crianças fazendo pirraça.
E o ônibus nem saia do lugar.

 Quando cheguei tive medo. Que aglomeração!
Tudo estava cheio, incluindo a fila do banheiro.

Mas o pior foi a praça de alimentação,
Demorei mais tempo para procurar um lugar do que para  comer
o hambúrguer.

Bom é isso.
 Hasta la vista.


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Tempo

Me assustei e já era uma quarta feira à noite.
Meus exercícios de inglês me prendendo e uma prova de química me aguniando.
Incrível, mas ontem não era segunda?! rs
Não tenho uma desculpa concreta que justifique esse tempinho sem postar.
É simples. O tempo passou e eu nem vi.
O cotidiano corriqueiro que acaba com nossa saúde e com as forças.
Um dia é muito pouco pra fazer tudo que tenho que fazer, tudo que tenho que estudar e tudo que tenho pra descansar. E ainda muito pouco pro's meus desenhos  e pro Hanesberg (violão)
Pra pensar  no vestibular...